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	<title>Filippi Federal</title>
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	<description>Mobilidade Urbana, Educação, Saúde, Segurança e Habitação</description>
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		<title>Artigo: O acidente no Metrô</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 20:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tanise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades e Desafio]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O acidente com dois trens do Metrô, na Linha 3-Vermelha, que anteontem se chocaram deixando um saldo de 49 feridos – mas que por pouco não se transforma numa tragédia de grandes proporções -, assustou e chocou principalmente os paulistanos que utilizam diariamente esse meio de transporte.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>do Estadão.com.br</p>
<p>O acidente com dois trens do Metrô, na Linha 3-Vermelha, que anteontem se chocaram deixando um saldo de 49 feridos &#8211; mas que por pouco não se transforma numa tragédia de grandes proporções -, assustou e chocou principalmente os paulistanos que utilizam diariamente esse meio de transporte. Mas as panes que se vêm repetindo nas linhas do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) levavam a crer que algo desse tipo poderia ocorrer cedo ou tarde.</p>
<p>O choque ocorreu a 600 metros da Estação Carrão, na zona leste, às 9h50, que ficou interditada até as 14h20, com graves reflexos em todo o sistema. Eles estavam na direção Barra Funda, um parado, vazio, e outro em movimento, cheio. Quando o condutor deste último se deu conta de que ele acelerou, em vez de diminuir a velocidade automaticamente a zero para evitar o choque, como deve ocorrer nessas situações, assumiu logo o comando e acionou o freio manual.</p>
<p>Essa manobra permitiu que, no momento da batida, a velocidade estivesse apenas entre 10 km/h e 12 km/h, segundo a Companhia do Metrô. Se o maquinista Rogério Fornaza não tivesse agido com a máxima presteza, o choque, com um dos trens em grande velocidade, teria certamente provocado uma grande tragédia. Por isso, ele está sendo considerado um herói tanto por seus companheiros do sindicato dos metroviários como pelo delegado Oswaldo Nico Gonçalves, responsável pela investigação do caso. Graças a seu sangue-frio e pronta intervenção, o choque fraco apenas jogou os passageiros uns contra os outros e no chão. Depois de um início de pânico, porque as portas dos vagões demoraram a abrir, a maioria logo chegou à linha férrea. Foram socorridos pelos bombeiros e pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) 106 passageiros, dos quais 49 com ferimentos, a maioria escoriações.</p>
<p>É elementar que não se deve abusar da sorte nem contar com a repetição de heroísmos e, por isso, cabe à Companhia do Metrô e às autoridades estaduais, a começar pelo secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, tomar o quanto antes todas as providências que se impõem, tanto para apurar as causas do acidentes como para prevenir a ocorrência de outros. Levando em conta as primeiras avaliações feitas pelos técnicos e o depoimento do maquinista, Fernandes afirmou em entrevista ao SPTV da Rede Globo que a causa do acidente deve ter sido uma falha mecânica no sistema de controle dos trens. Se isso se confirmar, serão feitas as devidas correções.</p>
<p>Esta é uma medida obrigatória em termos imediatos. Mas é preciso muito mais do que isso para resolver o problema, como já devem saber as autoridades, à vista das panes que se repetem com frequência e gravidade cada vez maiores no Metrô e na CPTM. Deve-se considerar ainda que a perda de paciência dos usuários pode provocar revolta, agravando o problema. Prova disso foi, há um mês e meio, a reação violenta de passageiros da Linha 7-Rubi, da CPTM, por causa de mais uma pane na rede elétrica, que interrompeu a circulação dos trens. Cerca de mil deles promoveram um quebra-quebra na Estação Francisco Morato, danificando equipamentos e instalações.</p>
<p>O problema desses dois sistemas de transporte sobre trilhos, cada vez mais integrados, é que eles estão superlotados, sobrecarregados, funcionando no limite de sua capacidade. É isso que explica as panes repetidas. A demanda por eles, especialmente pelo Metrô, cresceu muito mais depressa que a ampliação e modernização de ambos. Encontrar formas de adequar uma e outra não é fácil, mas é um desafio do qual o governo não pode escapar.  Além de continuar a investir cada vez mais na ampliação das linhas, é preciso tirar dos dois sistemas o máximo que é tecnicamente possível. E, como os sistemas de transporte coletivo numa metrópole como São Paulo devem ser integrados, é hora de finalmente melhorar o serviço de ônibus, para ajudar a desafogar os outros.</p>
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		<title>Brasil reduz em 84% o número de mortes por dengue em 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 18:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[ministério]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><em>Balanço do Ministério da Saúde aponta ainda redução de 91% dos casos graves da doença em relação a 2010</em></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Do Ministério da Saúde</p>
<p>Por Jorge Alexandre Araújo, da Agência Saúde – Ascom/MS<a href="http://www.filippi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/combatedengue.jpg" rel="lightbox[4366]" title="combatedengue"><img class="alignLeft size-full wp-image-4368" title="combatedengue" src="http://www.filippi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/combatedengue.jpg" alt="" width="200" height="247" /></a></p>
<p>O número de óbitos por dengue no Brasil caiu 84% nos quatro primeiros  meses de 2012 em comparação ao mesmo período de 2010. Há dois anos foram  registradas 467 mortes pela doença entre janeiro e abril. Já no  primeiro quadrimestre deste ano o número caiu para 74 óbitos. Os dados  são do balanço apresentado nesta quinta-feira (17), pelo ministro da  Saúde, Alexandre Padilha, em Brasília.</p>
<p>O balanço da dengue em 2012 revela outros índices positivos no combate à  doença. Houve diminuição de 91% nos casos graves da doença, que  passaram de 11.845 em 2010, para 1.083 registros em 2012. Já o número  total de casos teve retração de 58% &#8211; foram 286.011 casos da doença em  2012, contra 682.130 em 2010.</p>
<p><a href="http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/arquivos/ap_balnco_dengue.pdf" target="_blank"></a>O ministro destacou o conjunto de ações do Ministério da Saúde &#8211; em  parceria com estados e municípios &#8211; como fatores para a redução da  doença. Exemplo disso é o repasse de R$ 92 milhões repassados a 1.158  municípios, como adicional de 20% aos recursos regulares, com foco na  qualificação das ações de prevenção e controle.</p>
<p>“Esses resultados expressivos só reforçam o trabalho do ministério em  parceria com os municípios e as secretarias estaduais nas ações no  período fora da epidemia, que foram pactuados no ano passado. Os planos  por incentivo de desempenho, a checagem pelo LIRAa, o acompanhamento do  plano de contingência e as visitas aos estados contribuíram efetivamente  para a organização mais eficiente da rede de assistência do SUS”,  analisou Padilha.</p>
<p>Ele disse ainda que “o ministério considera um crime contra a saúde  pública qualquer paralisação das atividades de combate à dengue por  causa das atividades eleitorais. O segundo semestre é fundamental para a  mobilização no combate à doença. É o momento de estruturar os serviços  de saúde, capacitar profissionais e organizar as ações de vigilância”,  reforçou.</p>
<p>O repasse de verba garantiu também o abastecimento regular aos estados e  municípios de insumos estratégicos como os kits de diagnóstico e  aquisição de inseticidas para o controle do mosquito Aedes aegypti.  Foram adquiridos cerca de sete mil kits suficientes para 640 mil exames,  2,5 milhões de quilos de larvicidas e 350 mil litros de adulticidas  (fumacê).</p>
<p>Outra ação foi o investimento em atividades de mobilização da  população, através da campanha “Toda hora é hora de combater a dengue”,  além da distribuição aos municípios de 450 mil cartazes com orientações  sobre a classificação de risco do paciente. E foi incrementado o esforço  de capacitação dos profissionais de saúde.</p>
<p>O secretário da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da  Saúde, Jarbas Barbosa, informou ainda que as equipes das Secretarias de  Atenção à Saúde (SAS) e de Vigilância em Saúde visitaram as regiões do  país prestando assessoria técnica e as devidas orientações. “Estamos  prontos para auxiliar nos planos de combate e nas ações de contingência.  Essa parceira com os estados e municípios é fundamental e demonstrou  por meio da sequência de reduções de casos graves e óbitos que estamos  no caminho certo”, acrescentou.</p>
<p><strong>SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA -</strong>Dez estados concentram 81,6%  (233.488) dos casos notificados em 2012 &#8211; Rio de Janeiro (80.160), Bahia  (28.154), Pernambuco (27.393), São Paulo (19.670), Ceará (17.205),  Minas Gerais (14.006), Mato Grosso (13.802), Tocantins (11.589), Pará  (11.223) e Rio Grande do Norte (10.286).</p>
<p>Já os dez municípios com o maior número de casos no período foram: Rio  de Janeiro (64.675), Fortaleza (10.156), Recife (6.343), Palmas (4.706),  Cuiabá (4.460), Goiânia (4.128), Natal (3.779), Itabuna (3.088),  Aparecida de Goiânia (3.022) e Teresina (3.000).</p>
<p>Considerando a incidência (calculada na proporção de um caso a cada 100  mil habitantes), os três municípios com as maiores taxas registradas  foram: Palmas (2.494,7), Itabuna (1.445,3) e Rio de Janeiro (1.045,4),  respectivamente.</p>
<p><strong>CIRCULAÇÃO VIRAL</strong>– No país circulam quatro tipos de  vírus da dengue. Em 2012, os tipos DENV 1 e DENV 4 foram os mais comuns,  com 59,3% e 36,4%, respectivamente. Foram avaliadas 2.098 amostras  positivas.</p>
<p>No entanto, essa distribuição apresenta variações entre as cinco  regiões brasileiras. No Norte o percentual de 85,5% e no Nordeste  registrou-se 81,5% de predomínio do DENV 4. Já nas regiões Centro-Oeste e  Sul o DENV 1 circulou com maior predominância (53,3% e 83,8%). Já no  Sudeste há equilíbrio entre os dois sorotipos &#8211; 46,8% de DEN 1 e 49,7%  de DEN 4.</p>
<p>“É importante reforçar que não existe um tipo viral mais agressivo, mas  a exposição da população a diversas infecções pelo vírus da dengue ao  longo dos últimos anos constitui-se em um fator de risco adicional para a  ocorrência das formas mais graves da doença, explica o secretário.</p>
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		<title>Deu na mídia: Metrô deveria ter trocado sistema em 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 17:37:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[colisão]]></category>
		<category><![CDATA[falha]]></category>
		<category><![CDATA[linha 3]]></category>
		<category><![CDATA[metrô]]></category>
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		<category><![CDATA[vermelha]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Contrato firmado em 2008 previa substituição de equipamento que falhou; estatal diz que toda a rede terá nova tecnologia. Empresa que venceu licitação foi multada em R$ 10 milhões por atraso; falha no sensor causou colisão de trens.</p>
 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do Jornal Folha de São Paulo</p>
<p>Por Ricardo Gallo e Eduardo Geraque</p>
<p>Colaborou Diógenes Campanha<strong></strong></p>
<p>O sistema de sinalização da linha 3-vermelha do metrô de São Paulo  deveria ter sido trocado por outro, mais moderno e seguro, no ano  passado.</p>
<p>Foi uma falha em um dos circuitos de sinalização nessa linha que levou  um trem a bater em outro, anteontem, entre as estações Penha e Carrão,  na primeira colisão de trens com passageiros na história do Metrô; pelo  menos 49 passageiros se feriram.</p>
<p>O contrato para a troca da sinalização foi firmado em 2008, no valor de  R$ 706 milhões. Previa a conclusão dos serviços em toda a rede em julho  de 2011. Até hoje, apenas parte da linha 2-verde recebeu o sistema. A  linha 4, privatizada, instalou o seu.</p>
<p>O atraso motivou o Metrô a multar a Alstom, contratada para o serviço,  em R$ 10 milhões. Nem Metrô nem Alstom disseram a razão pela qual o  processo atrasou.</p>
<p>Com 1,1 milhão de passageiros por dia, a linha 3 é a mais movimentada do Metrô.</p>
<p><strong>SENSORES</strong></p>
<p>Há uma diferença entre o sistema usado na linha 3 e o que já deveria  estar instalado: no atual, sensores na via controlam automaticamente o  deslocamento dos trens. É a mesma concepção de quando a linha abriu, em  1979.</p>
<p>Na nova tecnologia, não há sensores na via; o trem se comunica  diretamente com o sistema. Foi um sensor antigo que falhou e fez o trem  acelerar em vez de reduzir. A menos de 150 m do trem da frente, ele  deveria ter parado, mas avançou -foi o maquinista que usou o freio de  emergência para evitar uma tragédia.</p>
<p>O sistema atual é tido como ultrapassado, mas seguro. O Metrô disse não  haver relação entre a implantação da nova tecnologia e o acidente.</p>
<p>Mas o novo equipamento, considerado pelo Metrô o mais avançado do mundo,  tem mais mecanismos para eliminar possíveis falhas, a ponto de ter sido  desenhado para funcionar sem maquinista, como já ocorre na linha  4-amarela, e permitir que os trens circulem mais perto uns dos outros.</p>
<p>&#8220;Hoje os metrôs mais modernos do mundo operam com esse sistema (&#8230;)&#8221;,  disse ontem o governador Geraldo Alckmin (PSDB). &#8220;Você tem muito mais  segurança.&#8221;<br />
<strong></strong></p>
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		<item>
		<title>Deputado Filippi libera emenda de R$ 200 mil para Unifesp Diadema</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 19:09:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tanise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[deputado federal]]></category>
		<category><![CDATA[diadema]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Roussef]]></category>
		<category><![CDATA[José Alencar]]></category>
		<category><![CDATA[josé de filippi]]></category>
		<category><![CDATA[Presidenta]]></category>
		<category><![CDATA[unifesp]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O deputado federal José de Filippi Jr. (PT-SP) indicou uma emenda parlamentar no valor de R$ 200 mil reais para a construção de uma cabine primária no campus Diadema. O investimento tem como objetivo reduzir o custo da energia consumida no complexo. A cabine realiza a conversão da energia de alta voltagem para a medida correta de funcionamento das instalações e equipamentos do campus.</p>
 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Tanise Mondejar</em></p>
<p>O deputado federal José de Filippi             Jr. (PT-SP) indicou uma emenda parlamentar no valor de R$             200 mil reais para a construção de uma cabine primária no             campus Diadema. O investimento tem como objetivo reduzir o             custo da energia consumida no complexo. A cabine realiza a             conversão da energia de alta voltagem para a medida correta             de funcionamento das instalações e equipamentos do campus.</p>
<p>Na              próxima sexta feira (18/05), a Unifesp vai inaugurar um novo             campus na cidade, a unidade José Alencar. Localizada no             centro de Diadema, o complexo possui 14 salas de aulas, 15             laboratórios de pesquisa e sete laboratórios de pesquisa em             graduação e oferecerá cursos na área de Licenciatura em             Ciências de várias modalidades, além de graduações e pós             graduações em Ciências Ambientais             e Biologias, Engenharia Química, Farmácia, entre outros.</p>
<p><strong>Sobre a Unifesp Diadema</strong></p>
<p>Resultado do intenso trabalho do             então prefeito José de Filippi e do ex-ministro da educação,             Fernando Haddad, a Unifesp chegou a Diadema em 2007 tendo             como foco cursos relacionados ao Meio Ambiente. Em sua             gestão na prefeitura da cidade, Filippi focou seus esforços             no aumento da quantidade de universidades federais no ABC             paulista a fim de melhorar a qualidade do ensino superior             aos moradores da região. Assim, o primeiro campus se             instalou no Eldorado, próximo à represa Billings, e leva o             nome do ex-prefeito em homenagem a sua dedicação na             conquista da instalação da Unifesp no município.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Deu na Mídia: Passageiros aumentam, mas governo reduz em 20% investimentos na linha 3 do metrô de SP</title>
		<link>http://www.filippi.com.br/?p=4341</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 15:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tanise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[acidente]]></category>
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		<category><![CDATA[linha vermelha]]></category>
		<category><![CDATA[lotado]]></category>
		<category><![CDATA[metrô]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A cada dia mais lotada, a linha 3-vermelha do metrô de São Paulo, cenário da colisão entre dois trens na manhã de ontem (16), recebeu menos investimentos do governo do Estado na comparação entre os anos de 2010 e 2011.</p>
 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Guilherme Balza, do UOL &#8211; São Paulo.</em></p>
<p>A cada dia mais lotada, a linha 3-vermelha do metrô de São Paulo, cenário da colisão entre dois trens na manhã de ontem (16), recebeu menos investimentos do governo do Estado na comparação entre os anos de 2010 e 2011.</p>
<p>De acordo com dados do próprio Metrô, no total, foram investidos na linha R$ 236 milhões no ano retrasado, contra R$ 188 milhões do ano passado &#8211;o que representa uma retração de 20,4%. No mesmo período, o número de passageiros transportados saltou de 329 milhões para 336 milhões &#8211;aumento de 1,91%.</p>
<p>A linha 3 é o principal meio de transporte da população que vive na zona leste, região mais populosa da capital, cortada ao meio pela malha metroviária. Por conta disso, a linha é a campeã no número de passageiros transportados entre todas as linhas da capital paulista, que tem o metrô mais lotado do mundo.</p>
<p>Em 2011, a média de passageiros transportados na linha 3 nos dias úteis foi de 1,1 milhão por dia, o que dá oito usuários por metro quadrado &#8211;nos horários de pico, o número sobe a mais de 11. O limite de lotação, segundo o Comet &#8211;comitê que reúne os principais metrôs do mundo&#8211;, é de seis usuários por metro quadrado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong><span style="font-size: small;">INVESTIMENTOS NO METRÔ</span></strong></h3>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><strong>Linha</strong></td>
<td valign="top"><strong>2010</strong></td>
<td valign="top"><strong>2011</strong></td>
<td valign="top"><strong>Variação</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Linha 1-azul</td>
<td valign="top">R$ 181,2 milhões</td>
<td valign="top">R$ 197,7 milhões</td>
<td valign="top">9,1%</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Linha 2-verde</td>
<td valign="top">R$ 70,9 milhões</td>
<td valign="top">R$ 65,9 milhões</td>
<td valign="top">-7,1%</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Linha 3-vermelha</td>
<td valign="top">R$ 236,2 milhões</td>
<td valign="top">R$ 188 milhões</td>
<td valign="top">-21,4%</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Linha 5-lilás</td>
<td valign="top">R$ 4,2 milhões</td>
<td valign="top">R$ 2,6 milhões</td>
<td valign="top">-38,1%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A redução de investimentos no metrô não atingiu somente a linha 3. Com exceção da linha 1-azul, todas as outras sofreram cortes nos investimentos entre 2010 e 2011<em>(veja tabela ao lado)</em> e viram o número de passageiros aumentar no mesmo período. No total, foram investidos no metrô R$ 1,7 bilhão em 2010, contra R$ 1,2 bilhão em 2011, redução de 32%. A conta não inclui os investimentos na linha 4-amarela, administrada por uma empresa privada.</p>
<p>Os dados sobre os investimentos foram divulgados no relatório anual administrativo do Metrô. Para o sindicato, as falhas recorrentes nos últimos meses e o acidente de ontem são fruto da falta de investimentos no Metrô.</p>
<p>Em nota, a Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos afirmou que “em nenhum momento o governo de São Paulo deixou de investir no transporte metroferroviário”.</p>
<p>A secretaria diz ainda que, até 2015, serão investidos R$ 45 bilhões na compra de trens, expansão e modernização do Metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). O governo do Estado questiona ainda a falta de repasses da União para investimentos no metrô.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong><span style="font-size: small;">Acidente</span></strong></h3>
<p>A colisão entre dois trens da linha 3-vermelha do metrô de São Paulo deixou dezenas de pessoas feridas entre as estações Carrão e Penha, na zona leste de São Paulo. Com ferimentos leves e médios, elas foram encaminhadas a hospitais da região.</p>
<p>No total, a Secretaria Municipal de Saúde afirma que foram atendidas 103 pessoas, entre feridos e pessoas que passaram mal. De acordo com o balanço final do Samu e do Corpo de Bombeiros, 49 pessoas foram atendidas com ferimentos &#8211;a maioria tinha escoriações.</p>
<p>Segundo relato de usuários que estavam nos trens, houve uma “aceleração inesperada” das composições e um “forte estrondo” antes de um trem bater na traseira do outro.</p>
<p>Com o choque entre as composições, usuários acionaram o botão de emergência dos trens e deixaram os vagões pelas laterais. Alguns quebraram os vidros para poder sair.</p>
<p>&#8220;Foi um desespero muito grande. Todo mundo estranhou o fato de o maquinista parar o metrô várias vezes e acelerar do nada&#8221;, disse o usuário Ahlex Marlon. Segundo ele, o acidente fez com que todas as pessoas que estavam no último vagão caíssem no chão. O caso mais grave, segundo relato da testemunha, foi o de uma idosa que fraturou a perna e foi auxiliada pelos próprios passageiros. &#8220;Uma menina que estava sentada do meu lado acabou batendo o ombro no ferro de proteção. Ela chorava de dor.&#8221;</p>
<p>O secretário de Transportes, Jurandir Fernandes, confirmou que o acidente foi provocado por uma falha no circuito eletrônico da linha, que é responsável pelo controle da velocidade. Segundo o presidente do sindicato dos metroviários, Altino de Melo Prazeres Júnior, o maquinista relatou que, enquanto o trem estava em movimento, o circuito emitiu um alerta de acelerar em vez de frear ao se aproximar da outra composição, que estava parada nos trilhos. O maquinista então operou o trem manualmente para freá-lo. Segundo Prazeres, toda composição do metrô conta com o sistema automático que, ao registrar a distância de 150  metros entre o próximo trem, aciona o freio &#8211;o que não aconteceu. Ainda segundo o sindicato, uma falha mecânica no sistema foi relatada horas antes da colisão entre os dois trens.</p>
<p>Uma comissão de segurança foi nomeada para avaliar as causas da falha que causou o choque.</p>
<p>O Ministério Público vai investigar o acidente, as promotorias do Consumidor e do Patrimônio Público e Social instauraram inquéritos para apurar o caso. Um promotor criminal ainda foi designado pela Procuradoria-Geral de Justiça para acompanhar as investigações da Polícia Civil sobre o acidente.</p>
<p>No inquérito civil da Promotoria do Consumidor, o promotor Gilberto Nonaka notificou o Metrô para que, no prazo de 15 dias, informe qual sistema era utilizado e que causou o acidente. O promotor também enviou ofício ao Instituto de Criminalística solicitando uma cópia do laudo pericial, que deve sair entre 15 e 30 dias.</p>
<p>A Promotoria Patrimônio Público e Social instaurou outro inquérito civil para verificar a eficiência da prestação de serviços públicos. O inquérito também vai apurar se as recomendações técnicas e os protocolos de segurança e de redução de riscos foram obedecidos.</p>
<p>Este foi o primeiro choque de trens com passageiros da história do metrô de São Paulo. Em 2009, um choque foi registrado em novembro quando duas composições colidiram durante a madrugada, entre as estações Ana Rosa e Vila Mariana, após o fim da operação comercial. Um funcionário ficou ferido na ocasião.</p>
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		<title>Entrevista Rádio ABC 16/05/2012</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:43:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tanise</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O deputado José de Filippi falou sobre a aprovação da lei de crime cibernético, a reprovação da PEC dos cartórios e a aprovação da medida provisória sobre os novos limites dos parques nacionais.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado José de Filippi falou sobre a aprovação da lei de crime cibernético, a reprovação da PEC dos cartórios e a aprovação da medida provisória sobre os novos limites dos parques nacionais. Além disso, o deputado falou sobre um projeto de pesquisa na área de mobilidade urbana com a participação do Instituto de Pesquisa de Massachussets (MIT).</p>
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		<title>Filippi visita fábrica da Resil em Diadema</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mari</dc:creator>
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		<title>Filippi visita fábrica da Resil em Diadema</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mari</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>No dia 11/05, o deputado Filippi visitou uma das  fábricas mais especializadas na produção de extintores de incêndio e  autopeças para carros do Brasil. Localizada em Diadema, a empresa Resil  emprega 800 funcionários e exporta seus produtos para países da América  Latina, Europa e Oceania.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p><em>Por Mariana Bertolo</em></p>
<p>No dia 11/05, o deputado José de Filippi Jr. (PT-SP) visitou uma das fábricas mais especializadas na produção de extintores de incêndio e autopeças para carros do Brasil. Localizada em Diadema, a empresa Resil emprega 800 funcionários e exporta seus produtos para países da América Latina, Europa e Oceania.</p>
<p>Recebido pelo diretor comercial, Claudio Sachs, Filippi pode conhecer o funcionamento da fábrica e também procurou coletar informações para o debate a respeito do projeto de lei que tramita na Câmara sobre o uso facultativo do extintor de incêndios nos carros.  Hoje, com a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) os veículos devem sair de fábrica com o extintor.</p>
<p>De acordo com os aspectos técnicos e com a Resolução do Contran, o extintor é o único equipamento adequado para combater indícios de incêndios nos automóveis. Os extintores atuais são mais modernos e possuem tecnologias avançadas que os tornam mais eficiente e também possuem garantia estendida (cinco anos).</p>
<p>Porém, o projeto de lei quer tornar não obrigatório o uso dos extintores nos carros, justificando que os veículos fabricados no Brasil, possuem um dispositivo que corta a corrente elétrica e interrompe a passagem de combustível no caso de colisão.</p>
<p>“O Brasil é pioneiro na legislação dos extintores automotivos, na prática, ainda temos muitos acidentes envolvendo incêndios. O debate é complexo e de extrema importância, não podemos perder de vista a segurança dos motoristas e a garantia de emprego aos trabalhadores que atuam nesta área”, afirmou Filippi.</p>
<p>Para aprovação ou não da resolução, o projeto será analisado pelas comissões de Viação e Transportes e de Constituição e Justiça e de Cidadania que tramita na Câmara dos Deputados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Filippi participa da cerimônia de instalação da Comissão Nacional da Verdade</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 12:48:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mari</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[comissão]]></category>
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		<category><![CDATA[ditadura]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O deputado José de Filippi Jr. (PT-SP) participará na manhã desta quarta  feira, 16/05, de solenidade para a posse dos sete membros da Comissão  da Verdade. A cerimônia será oficializada pela presidenta Dilma  Rousseff, no Palácio do Planalto.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Mariana Bertolo com informações do portal PT na Câmara</em></p>
<p>O deputado José de Filippi Jr. (PT-SP) participará na manhã desta quarta feira, 16/05, de solenidade para a posse dos sete membros da Comissão da Verdade. A cerimônia será oficializada pela presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto.</p>
<p>Destinada a investigar as violações ocorridas entre 1946 e 1988 &#8211; período que inclui a ditadura militar implantada em 1964 -, a Comissão da Verdade também auxiliará para a criação de novas medidas e mudanças instituicionais para que nosso país não volte a sofrer com crimes semelhantes no futuro.</p>
<p>Também estarão presentes na cerimônia os quarto ex-presidentes do período pós-ditadura: José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. Todos eles tiveram papéis fundamentas para a consolidação deste marco na história do nosso país.</p>
<p>Veja abaixo nome e breve perfil dos integrantes da Comissão da Verdade:</p>
<p><strong>Gilson Dipp</strong> – É ministro do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal Superior Eleitoral. Foi corregedor-nacional de Justiça entre 2008 e 2010 e atualmente preside a Comissão de Juristas que elabora o anteprojeto do Código de Processo Penal.</p>
<p><strong>José Carlos Dias</strong> – É advogado criminalista e foi ministro da Justiça no governo de FHC (entre 1999 e 2000). Atualmente é conselheiro da Comissão Justiça e Paz de São Paulo e membro do conselho curador da Fundação Padre Anchieta.</p>
<p><strong>Rosa Maria Cardoso</strong> – Foi advogada de dezenas de presos políticos, incluindo a presidenta Dilma Rousseff. É também professora e escritora. Atuou ainda nas áreas de meio ambiente, mercado financeiro, direito do consumidor e crimes de imprensa.</p>
<p><strong>Cláudio Fonteles</strong> – Foi procurador-geral da República no primeiro mandato do ex-presidente Lula. Atualmente, é membro do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana. Na década de 60, atuou em movimento estudantil ligado à esquerda católica.</p>
<p><strong>Paulo Sérgio Pinheiro</strong> – É professor na Brown University (EUA) e preside o comitê da ONU que investiga violações de direitos humanos na Síria. Foi relator do Programa Nacional de Direitos Humanos em suas duas primeiras versões (1996 e 2002).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Moradora de Rio Claro leva medalha de prata em campeonato nacional de Jiu-jitsu</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 20:37:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tanise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mandato Participativo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A faixa roxa Ana Paula Condutta, de 30 anos, recebeu a medalha de prata no Campeonato Nacional de Jiu Jitsu 2012, no Rio de Janeiro.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4275" class="wp-caption alignLeft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-4275" href="http://www.filippi.com.br/?attachment_id=4275"><br />
<img class="size-medium wp-image-4275" title="Divulgação" src="http://www.filippi.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Ana-Paula-004-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Robertinho, Coordenador na Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro e a lutadora Ana Paula Condutta</p></div>
<p>A faixa roxa Ana Paula Condutta, de 30 anos, recebeu a medalha de prata no Campeonato Nacional de Jiu Jitsu 2012, no Rio de Janeiro. O mandato do deputado Filippi parabeniza a lutadora por essa conquista e deseja sucesso em sua carreira.</p>
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